Código Negro


Sis

 

Once upon a time

There was me and you

But now that you've gone

I can't no longer smile like before

Can't stand no more

 

You were the happiest girl

And me the happiest man

But now that you've gone

I can't no longer smile like before

Can't stand no more

 

So if you are in the sky

Why don't you send me a light

So that I could know

That I'm not alone...

 

Sis, if you still see me

Keep appearing in my dreams

So that I could know

That I'm not alone...

 



Escrito por Caio Mhorse às 11h36
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Falta Amor Pra Tanto Coração

A indecisão que parte o coração

Provém do espaço que separa o amor

De uma ou outra qualquer paixão

 

A superação força o mesmo coração

À se esconder do tal amor

Com as mesmas quaisquer paixões 

 

E as comuns tristes histórias

São só mera consequência

Da falta de vontade

E da escassez da inocência 

 

Falta vontade de viver

Para então poder amar

Falta a inocência de ser

Pelo medo de se machucar



Escrito por Caio Mhorse às 15h19
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Química

O mais importante:

Ser ou acharem que és?

Gostarem de ti por ti

Ou por o que disse que era?

 

Ao desvalorizar tua natureza

Ti só te afasta de ti

Cabelo crespo é pra ser crespo

 

Crescei a mente,

E a imagem,

Aquela que tanto esbanja,

Grande será por si só

 

Nada precisa ser demonstrado,

Ninguém precisa acreditar em ti,

Se não ti.

 

Amor não é mercado de pessoas,

Pois, se assim,

És apenas objeto.



Escrito por Caio Mhorse às 22h37
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Beija-Flor

Eu gostaria de ter

Minha própria flor

Pra não ter que voar

De campo em campo 

 

Pois se não percebeu,

Eu sou um beija-flor

Espalhando amor

Mas nunca satisfeito

 

Eu tenho medo de ser

Como agora estou

Dependente de pó

Pra não se sentir só

 

Pobre do girassol

Que só fica a esperar

Um incerto como eu

A paixão lhe roubar



Escrito por Caio Mhorse às 16h44
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Quem Sou Eu

Não sei se eu sou diferente

Ou se as pessoas que estão erradas

Mas sei que corro atrás do certo

Mesmo que isso não valha nada

 

Eu sei, eu só falo de mim

Que quero alguém pra dizer sim

Mas entenda, eu não me entendo

E isso faz de mim melhor

 

Assim procuro saber

Quem sou eu, quem é você

Quem é Deus, o que é viver

Se vou saber quando morrer

 

Sei que preciso mudar

Mas eu prefiro cantar

 



Escrito por Caio Mhorse às 00h20
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Hollywood

Eu tenho amor
E ele é só seu
Mas no louvor
A gente se perdeu

Eu sei que sou (eu sou só seu)
Eu tenho amor (e ele é só seu)
Mas tanta dor
A gente já viveu

Isso porque eu não sei
Quanto tempo esperar
A gente não é como Hollywood
Não há comédia romântica

O porque disso eu não sei
Eu só quero poder levar
Você pra ver filmes de Hollywood
E o nosso ardor propagar



Escrito por Caio Mhorse às 23h43
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Desamorena

O hoje só acaba
Quando a vista fecha
E enquanto a noite é dia
Há nada que nos resta

Sentir é existir
Ver é só colorir
Miragem no olhar
Viver, cantarolar

Dançar, eu e morena
Amar ela serena
Jogar paixão no ar
Lembrar de bem viver

O hoje só termina
Quando o ar desamorena
O hoje só termina
Se acabar.



Escrito por Caio Mhorse às 10h00
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Tão Somente

Levanta ele
Os olhos de insolência
E o corpo escasso
Encarnam sua decência

É só um dia
E ele é só mais um
Que abre os olhos
De um jeito tão comum

A Terra é tão parente
E a gente é exigente
A vida é tão ausente
E a gente que aguente

Andróide, ele
E seu coração de pedra
Abriga uma fonte
Que só o nada enxerga

A fossa é ambiente
E a gente é tão carente
A troca é urgente
E a gente é tão somente



Escrito por Caio Mhorse às 10h00
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Bellatrix

Tudo o que eu sinto num parecer

É para sempre, e para o restante

Mas, na verdade, é o nunca

Que lidera tal controle

 

Sei que nada, sei que nada

Traduz a chocante luz

Que eu vejo, que eu vejo

Por baixo da minha cruz

 

Tudo o que me cala sem merecer

É ecoante, e frustrante

Mas tal visão, meio embaçada

Se renova, fluorescente

 

Sei que nada, sei que nada

Traduz a Bellatrix

Mas agora, mas agora

Vou viver-te por um triz

 

E há nada, e há nada

Que venha a me impedir

De tal fala, de tal fala

Que a alma vem medir 



Escrito por Caio Mhorse às 11h40
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(Walking 'Round) With My Fellas

I like to be hanging out the streets

Just chilling 'round

With my fellas, doin' the craps of life

These are the moments that never end

In a very good way

With my fellas, everything's ok.

 

I like to be (sorry, society)

Falling in the streets

Having a hungover, and all the craps of life

These are the moments that may not end

But just knowing that I'm

With my fellas, everything's ok

 

With my fellas

Is nothing but simply true

With my fellas

I don't even care 'bout the world

 

I like to be, whenever I can

Just walking 'round

With my fellas... And that's it.



Escrito por Caio Mhorse às 00h16
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Perto Daqui

Perto daqui

Consigo até ouvir

Tudo que remete a ti

Tudo que mudei em mim

 

Longe de lá

Só penso em mi e fá

Nos acordes do coração

E me auto peço perdão

 

Perdão por me fazer

Sofrer e merecer

Sentir e já cair

Mas bem perto daqui

 

Reina uma canção

Tão bela como o Sol

Tão triste como a noite

E então posso seguir em paz

 

Perto daqui

Existe tanto amor

Que é difícil de se ver

Pois parece estar tão longe

 

Longe de lá

Ando pra lá e pra cá

Nas claves de Sol do refrão

E me auto peço perdão

 

Perdão por me fazer

Sofrer e merecer

Sentir e já cair

Mas bem perto daqui

 

Reina uma canção

Tão bela como o Sol

Tão triste como a noite

E então posso seguir em paz



Escrito por Caio Mhorse às 12h46
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Varanda

Os momentos que eu mais aprecio são aqueles em que eu aproveito sozinho. Em que posso ficar parado, olhando para o nada, refletindo sobre nada mais que eu mesmo. Momentos que eu sei que, um dia, vou sentir falta. Poder olhar para o céu, que, apesar de tão cinza, possui ainda uma estrela, uma só, mas que me mostra o outro lado do mundo.

Besteira ao ponto de vista de quem quiser ver assim, quem quiser que algo seja o que quer, assim será. Cada um tem seus olhos, cada olho representa uma mísera atitude, e não poderia ser mais simples, ou mais complicado. Nesses momentos que eu me sinto tão mal por estar só, e ao mesmo tempo completo por saber que não preciso de mais ninguém para poder sentir. São esses momentos que mais se pode tirar proveito da vida.

 

Pode parecer, na maioria das vezes, que ninguém olha pra você, mas quem escolhe pensar isso, ou quem escolhe viver isso, não passa de você mesmo. Ninguém vê, por, simplismente, estar há tão pouca distância, tão visível, passando a impressão de impossível. Mas tal coisa não existe. Seus olhos são tudo o que você pode confiar. Tudo o que você deve saber, já existe em você.

 

Talvez eu esteja sendo egoísta, vendo pela forma que eu prefiro ver, vendo pela forma que eu escolhi fazer, mas sensato é aquele que, ao invés de julgar, propõe-se a melhorar. Sensato é quem faz do errado, ao seu ponto de vista, o certo. Tudo é colaborativo. Nada precisaria ser feito de sangue derramado.

 

Mas talvez ainda seja o egoísmo pulando para fora de mim. Mas isso ainda é um monólogo, e não consigo ver nada mais do que meus próprios olhos. Não há nada mais para se ver.

 



Escrito por Caio Mhorse às 01h09
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Mundo Imaginário

Pode ser fácil ser viver

Com olhos pesados em você

Desatentos, de fato, cansados

De apontar os defeitos dentro de si

 

Pode ser fácil falar

Que é tudo aquilo que imagina

Mesmo sem passar

De um relógio sem cordas

 

Só tente não se esquecer

Do que há dentro de ti

Não vá se rebelar

Por o que não tem

 

Só tente não se lembrar

Que o que há dentro de ti

Não vai voltar

Pois nada será

 

E é hora de dançar

Pra todo mundo enxergar

O que há em você

Pode ser bem maior

 

Sonegue os sonhos que você sonhou

Aja como se tudo ao seu redor

Fosse acabar

O mundo imaginário que há em você

Já passou dos eixos, e não tem mais fim

Onde está a realidade? 

Está longe daqui.

 

A realidade está longe daqui.



Escrito por Caio Mhorse às 00h26
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Clara

Autor: Caio Mhorse

 

Ei, olha pra cá

E tenta ver

Que tem uma pessoa aqui

A te esperar

Sem enxergar

O tudo, nem o nada

 

Ei, olha pra mim

E vê se vê

A esperança no olhar

Porque não posso mais mudar

Não quero mais me machucar

 

(Mas não quero viver

Com a angústia de nunca

Poder dizer

Que a rosa mais linda é minha)

 

Ei, tenta me ouvir

Só uma vez

Não me deixa sozinho aqui

Na frustração (cadê você?)

Eu me perdi, eu me perdi.

 

Ei, tenta enxergar

Não pode ver?

Dizem que o amor cega

Mas será difícil assim,

Será a prata e o cetim?

 

(Mas não quero passar

Daqui pra outra sem encontrar

O que eu tento buscar

Mas não consigo nem lembrar)

 

E eu não quero viver sem motivo

Falta muito para algum sentido

Eu não vou viver sem

O perfume nos meus ouvidos

E eu não quero viver sentido

Eu só quero andar sem rumo

Mas não vou viver sem

Clara...

 

Essa música remete o tudo e o nada,

A angústia por tê-la, a desordem por achá-la;

Será a vida tudo o que a vida me proporcionou?

Será você, correndo de vagão em vagão?

Essa música remete o simples e o complicado,

Solução tão fácil, torna-se impossível;

Será o mundo tudo o que o mundo me proporcionou?

Será você a resposta final?

 



Escrito por Caio Mhorse às 19h16
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Fogo e Água

Autor: Caio Mhorse

 

Porque estas luzes tão rápidas,

Que causam flashes na visão?

Divisão de ser, estar.

 

Andar no escuro,

Pular no claro,

E claramente vou me redimir.

 

Sem surpresas, sem surpesas.

 

Ando só, sozinho,

Vejo o nó da noite

Saio franco, contudo

Já não sou o que passou.

 

Nadar no fogo

Tropeçar no céu

É só o que me dá motivos pra viver

 

Já não acredito

Por mais que seja o mesmo

Escadas duras, pisoteadas

 

Faz-se assim,

e nada mais.



Escrito por Caio Mhorse às 14h36
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