Falta Amor Pra Tanto Coração
A indecisão que parte o coração Provém do espaço que separa o amor De uma ou outra qualquer paixão A superação força o mesmo coração À se esconder do tal amor Com as mesmas quaisquer paixões E as comuns tristes histórias São só mera consequência Da falta de vontade E da escassez da inocência Falta vontade de viver Para então poder amar Falta a inocência de ser Pelo medo de se machucar
Escrito por Caio Mhorse às 15h19
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Química
O mais importante: Ser ou acharem que és? Gostarem de ti por ti Ou por o que disse que era? Ao desvalorizar tua natureza Ti só te afasta de ti Cabelo crespo é pra ser crespo Crescei a mente, E a imagem, Aquela que tanto esbanja, Grande será por si só Nada precisa ser demonstrado, Ninguém precisa acreditar em ti, Se não ti. Amor não é mercado de pessoas, Pois, se assim, És apenas objeto.
Escrito por Caio Mhorse às 22h37
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Beija-Flor
Eu gostaria de ter Minha própria flor Pra não ter que voar De campo em campo Pois se não percebeu, Eu sou um beija-flor Espalhando amor Mas nunca satisfeito Eu tenho medo de ser Como agora estou Dependente de pó Pra não se sentir só Pobre do girassol Que só fica a esperar Um incerto como eu A paixão lhe roubar
Escrito por Caio Mhorse às 16h44
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Quem Sou Eu
Não sei se eu sou diferente Ou se as pessoas que estão erradas Mas sei que corro atrás do certo Mesmo que isso não valha nada Eu sei, eu só falo de mim Que quero alguém pra dizer sim Mas entenda, eu não me entendo E isso faz de mim melhor Assim procuro saber Quem sou eu, quem é você Quem é Deus, o que é viver Se vou saber quando morrer Sei que preciso mudar Mas eu prefiro cantar
Escrito por Caio Mhorse às 00h20
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Hollywood
Eu tenho amor E ele é só seu Mas no louvor A gente se perdeu
Eu sei que sou (eu sou só seu) Eu tenho amor (e ele é só seu) Mas tanta dor A gente já viveu
Isso porque eu não sei Quanto tempo esperar A gente não é como Hollywood Não há comédia romântica
O porque disso eu não sei Eu só quero poder levar Você pra ver filmes de Hollywood E o nosso ardor propagar
Escrito por Caio Mhorse às 23h43
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Desamorena
O hoje só acaba Quando a vista fecha E enquanto a noite é dia Há nada que nos resta
Sentir é existir Ver é só colorir Miragem no olhar Viver, cantarolar
Dançar, eu e morena Amar ela serena Jogar paixão no ar Lembrar de bem viver
O hoje só termina Quando o ar desamorena O hoje só termina Se acabar.
Escrito por Caio Mhorse às 10h00
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Tão Somente
Levanta ele Os olhos de insolência E o corpo escasso Encarnam sua decência
É só um dia E ele é só mais um Que abre os olhos De um jeito tão comum
A Terra é tão parente E a gente é exigente A vida é tão ausente E a gente que aguente
Andróide, ele E seu coração de pedra Abriga uma fonte Que só o nada enxerga
A fossa é ambiente E a gente é tão carente A troca é urgente E a gente é tão somente
Escrito por Caio Mhorse às 10h00
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Bellatrix
Tudo o que eu sinto num parecer É para sempre, e para o restante Mas, na verdade, é o nunca Que lidera tal controle Sei que nada, sei que nada Traduz a chocante luz Que eu vejo, que eu vejo Por baixo da minha cruz Tudo o que me cala sem merecer É ecoante, e frustrante Mas tal visão, meio embaçada Se renova, fluorescente Sei que nada, sei que nada Traduz a Bellatrix Mas agora, mas agora Vou viver-te por um triz E há nada, e há nada Que venha a me impedir De tal fala, de tal fala Que a alma vem medir
Escrito por Caio Mhorse às 11h40
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(Walking 'Round) With My Fellas
I like to be hanging out the streets Just chilling 'round With my fellas, doin' the craps of life These are the moments that never end In a very good way With my fellas, everything's ok. I like to be (sorry, society) Falling in the streets Having a hungover, and all the craps of life These are the moments that may not end But just knowing that I'm With my fellas, everything's ok With my fellas Is nothing but simply true With my fellas I don't even care 'bout the world I like to be, whenever I can Just walking 'round With my fellas... And that's it.
Escrito por Caio Mhorse às 00h16
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Perto Daqui
Perto daqui Consigo até ouvir Tudo que remete a ti Tudo que mudei em mim Longe de lá Só penso em mi e fá Nos acordes do coração E me auto peço perdão Perdão por me fazer Sofrer e merecer Sentir e já cair Mas bem perto daqui Reina uma canção Tão bela como o Sol Tão triste como a noite E então posso seguir em paz Perto daqui Existe tanto amor Que é difícil de se ver Pois parece estar tão longe Longe de lá Ando pra lá e pra cá Nas claves de Sol do refrão E me auto peço perdão Perdão por me fazer Sofrer e merecer Sentir e já cair Mas bem perto daqui Reina uma canção Tão bela como o Sol Tão triste como a noite E então posso seguir em paz
Escrito por Caio Mhorse às 12h46
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Varanda
Os momentos que eu mais aprecio são aqueles em que eu aproveito sozinho. Em que posso ficar parado, olhando para o nada, refletindo sobre nada mais que eu mesmo. Momentos que eu sei que, um dia, vou sentir falta. Poder olhar para o céu, que, apesar de tão cinza, possui ainda uma estrela, uma só, mas que me mostra o outro lado do mundo. Besteira ao ponto de vista de quem quiser ver assim, quem quiser que algo seja o que quer, assim será. Cada um tem seus olhos, cada olho representa uma mísera atitude, e não poderia ser mais simples, ou mais complicado. Nesses momentos que eu me sinto tão mal por estar só, e ao mesmo tempo completo por saber que não preciso de mais ninguém para poder sentir. São esses momentos que mais se pode tirar proveito da vida. Pode parecer, na maioria das vezes, que ninguém olha pra você, mas quem escolhe pensar isso, ou quem escolhe viver isso, não passa de você mesmo. Ninguém vê, por, simplismente, estar há tão pouca distância, tão visível, passando a impressão de impossível. Mas tal coisa não existe. Seus olhos são tudo o que você pode confiar. Tudo o que você deve saber, já existe em você. Talvez eu esteja sendo egoísta, vendo pela forma que eu prefiro ver, vendo pela forma que eu escolhi fazer, mas sensato é aquele que, ao invés de julgar, propõe-se a melhorar. Sensato é quem faz do errado, ao seu ponto de vista, o certo. Tudo é colaborativo. Nada precisaria ser feito de sangue derramado. Mas talvez ainda seja o egoísmo pulando para fora de mim. Mas isso ainda é um monólogo, e não consigo ver nada mais do que meus próprios olhos. Não há nada mais para se ver.
Escrito por Caio Mhorse às 01h09
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Mundo Imaginário
Pode ser fácil ser viver Com olhos pesados em você Desatentos, de fato, cansados De apontar os defeitos dentro de si Pode ser fácil falar Que é tudo aquilo que imagina Mesmo sem passar De um relógio sem cordas Só tente não se esquecer Do que há dentro de ti Não vá se rebelar Por o que não tem Só tente não se lembrar Que o que há dentro de ti Não vai voltar Pois nada será E é hora de dançar Pra todo mundo enxergar O que há em você Pode ser bem maior Sonegue os sonhos que você sonhou Aja como se tudo ao seu redor Fosse acabar O mundo imaginário que há em você Já passou dos eixos, e não tem mais fim Onde está a realidade? Está longe daqui. A realidade está longe daqui.
Escrito por Caio Mhorse às 00h26
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Clara
Autor: Caio Mhorse Ei, olha pra cá E tenta ver Que tem uma pessoa aqui A te esperar Sem enxergar O tudo, nem o nada Ei, olha pra mim E vê se vê A esperança no olhar Porque não posso mais mudar Não quero mais me machucar (Mas não quero viver Com a angústia de nunca Poder dizer Que a rosa mais linda é minha) Ei, tenta me ouvir Só uma vez Não me deixa sozinho aqui Na frustração (cadê você?) Eu me perdi, eu me perdi. Ei, tenta enxergar Não pode ver? Dizem que o amor cega Mas será difícil assim, Será a prata e o cetim? (Mas não quero passar Daqui pra outra sem encontrar O que eu tento buscar Mas não consigo nem lembrar) E eu não quero viver sem motivo Falta muito para algum sentido Eu não vou viver sem O perfume nos meus ouvidos E eu não quero viver sentido Eu só quero andar sem rumo Mas não vou viver sem Clara... Essa música remete o tudo e o nada, A angústia por tê-la, a desordem por achá-la; Será a vida tudo o que a vida me proporcionou? Será você, correndo de vagão em vagão? Essa música remete o simples e o complicado, Solução tão fácil, torna-se impossível; Será o mundo tudo o que o mundo me proporcionou? Será você a resposta final?
Escrito por Caio Mhorse às 19h16
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Fogo e Água
Autor: Caio Mhorse Porque estas luzes tão rápidas, Que causam flashes na visão? Divisão de ser, estar. Andar no escuro, Pular no claro, E claramente vou me redimir. Sem surpresas, sem surpesas. Ando só, sozinho, Vejo o nó da noite Saio franco, contudo Já não sou o que passou. Nadar no fogo Tropeçar no céu É só o que me dá motivos pra viver Já não acredito Por mais que seja o mesmo Escadas duras, pisoteadas Faz-se assim, e nada mais.
Escrito por Caio Mhorse às 14h36
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Não Me Deixe Ir
Autor: Caio Mhorse
Não faz assim Deixa o melhor pra mim Enquanto pensa no sucesso E eu só penso no fim (Haha) É fácil dizer Que o mais forte é sempre você Só frise na memória Que a realidade está longe de Tudo o que você considera Lindo, e que completa a alma Não existe fora das nuvens (O anjo não é de verdade) Tudo o que você sempre fala Não passa de palavras vagas Lembre sequer da sua essência E não me deixe ir... Não me deixe ir. Não faz assim Deixa o pior pra mim Enquanto pensa no futuro E eu só penso em deixar de existir É difícil pensar Quando a ilusão chega no olhar Só frise na memória Que o sonho um dia vai acabar Você não sabe o que é de verdade Você não olha para todos os lados Você só pensa em inflar seu ego E brilhar ao redor do mundo
Escrito por Caio Mhorse às 17h32
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